Em comemoração ao Dia do Zootecnista e aos 60 anos de regulamentação da profissão no Brasil, a Associação Brasileira de Zootecnistas do Distrito Federal (ABZ-DF) realizou, no dia 16 de maio, o IV Ciclo de Palestras e Confraternização. O encontro aconteceu no Parque de Exposições da Granja do Torto, na Casa do Zootecnista, e contou com o apoio do Anffa Sindical.
A programação foi pensada para integrar acadêmicos e profissionais da área, promovendo debates sobre carreira, mercado de trabalho, bem-estar animal, sustentabilidade e inovação. Além do conteúdo técnico, o evento também reservou espaço para troca de experiências e celebração da classe.
Estiveram presentes diversos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (AFFAs), incluindo o colega aposentado Ézio Mota, membro fundador e um dos 13 acadêmicos da Academia Brasileira de Zootecnia (AcBZ), atual segundo secretário de Finanças da AzooDF. AFFAs da zootecnia que atuam no Ministério da Agricultura também marcaram presença.
Entre as palestras de relevância, foram destaques as apresentações: “Gestão Estratégica na Avicultura de Postura: Viabilidade Econômica na Produção de Ovos Caipira”; “As mudanças climáticas e o impacto na vida dos animais”; e “Tendências e oportunidades no Mercado da Carne Bovina”.
Convidado especial para a ocasião, o zootecnista Felipe Corrêa, delegado sindical do Rio de Janeiro, representou a presidência do Anffa Sindical no evento. Ele ressaltou o significado pessoal e profissional de participar da celebração.
Corrêa destacou a qualidade técnica da programação e o ambiente acolhedor proporcionado no ciclo de palestras. “Foi um evento de palestras técnicas, palestras institucionais, análise de mercado. Foi muito, muito interessante. Um evento que reuniu colegas com a formação em zootecnia e também AFFAs. Foi também um momento de muita descontração, de alegria e reencontros nessa data tão importante que é a comemoração dos 60 anos do início da graduação em zootecnia.”
A iniciativa reforça o papel da zootecnia no desenvolvimento agropecuário sustentável e na segurança alimentar do país, ao mesmo tempo em que fortalece os laços de uma profissão que, há seis décadas, contribui decisivamente para o agronegócio brasileiro.










