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Ter, Jun

Notícias do Sindicato

Espera-se para esta semana, que a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) emita o parecer de reconhecimento internacional de novas zonas brasileiras livres de febre aftosa sem vacinação, compostas pelos seguintes estados: Acre, Rondônia, partes do Amazonas e Mato Grosso, que compõem o Bloco I do Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA), além de Paraná e Rio Grande do Sul.

Como consequência, os representantes da cadeia produtiva do Paraná vislumbram um potencial aumento nas exportações de carne e outros produtos de origem animal, com a abertura de novos mercados que exigem a condição de livres de febre aftosa sem vacinação, tais como Japão, Coreia do Sul, Canadá e outros.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), alinhado com as ações da OIE e com as diretrizes do PHEFA, desenvolveu o Plano Estratégico do PNEFA, iniciando em 2017 e encerrando em 2026, o qual contempla uma série de ações para a ampliação das capacidades dos serviços veterinários, fortalecimento do sistema de vigilância em saúde animal, desenvolvendo condições sustentáveis para tornar o Brasil gradualmente livre de febre aftosa sem vacinação.

De acordo com a Affa do Serviço e Fiscalização de Insumos Pecuários e Saúde Animal do Paraná, Juliana Azevedo Castro Bianchini, a atuação dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Affas) foi essencial para o reconhecimento internacional como zona livre de febre aftosa sem vacinação. “Nós participamos da gestão e articulação das operações do Plano Estratégico, realizamos auditorias do programa de avaliação da qualidade dos serviços veterinários, supervisões de segmento, atuamos na avaliação e identificação das vulnerabilidades da zona, participamos da análise dos componentes de vigilância para febre aftosa, entre eles, o estudo de circulação viral”.

Para Juliana, a condição sanitária de zona livre de febre aftosa sem vacinação no estado reflete uma importante interação e compartilhamento de responsabilidades entre Ministério da Agricultura, o serviço veterinário estadual, Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e as partes interessadas. “Há um destaque para as organizações do setor produtivo do estado, que participaram ativamente de todas as decisões, agora, com a retirada da vacinação, nós atuamos para o fortalecimento das ações de prevenção e de vigilância baseada em risco e no aprimoramento das capacidades de detecção precoce e de resposta rápida a possíveis ocorrências”, complementou.

Também participarão do processo os Affas Abel Ricieri Guareschi Neto, Elizete de Oliveira, Homero Neves Arruda Junior, Maria Goretti Borcath de Andrade, Nelmar Nunes Wendling, Urias Carlos Borba de Freitas e Valdir Mariot.

 

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