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Dom, Abr

CONAFFA

A manhã de terça-feira (22/10), começou com a palestra motivacional de Carlos Hilsdorf sobre a evolução da consciência.

Em meio a dinâmicas com a plateia, o especialista mostrou a necessidade de o ser humano deixar de pensar na individualidade para seguir para a pluralidade, em prol de um bem maior que leve à evolução da consciência. “Aqueles que pensam em si unicamente como indivíduos se esquecem da força coletiva. A pluralidade vem de uma evolução da nossa consciência”.

Ao falar da pluralidade, ele ressalta que a qualidade dessa condição depende da qualidade dos indivíduos. “Vocês têm o privilégio de estarem em um sindicato que valoriza a diferença de opiniões e isso faz diferença para o futuro da humanidade”.

Para alcançar o êxito nas demandas da categoria, Carlos sugere a valorização no network. “O problema é o tempo. Se perdemos tempo focando mais nas divergências do que nas convergências não conseguimos nada. Temos que nos incomodar com o que é massificado, mas temos que buscar assumir também o papel de protagonistas de algo novo. E saber que os caminhos são múltiplos, mas o que interessa é a nossa causa coletiva”, frisou.

Não apenas na vida sindical, mas nas múltiplas atividades que o indivíduo assume na vida, a busca do discernimento foi considerado um fator essencial pelo palestrante para que se encontre a segurança de tudo o que se faz.

Carlos Hilsdorf também explicou que o ser humano não foi preparado psicologicamente para enfrentar o sofrimento, decorrente das dificuldades, e que a tendência é fugir em vez de enfrentar a causa. Mas que é um grande erro, pois o problema evolui para uma crise, que vai para o caos.

“Eliminar o sintoma não tem nada a ver com resolver o problema. Temos mania de cuidar do sintoma sem cuidar da causa. Isso vai para as atividades sindicais e outras situações de rotina. A dificuldade sempre vai existir. O que modifica é a escolha que eu faço com ela. A oportunidade trabalhada vira sucesso”, concluiu.

O palestrante finalizou cantando a música My Way, de Frank Sinatra, que traduz, para ele, a maior mensagem de que o indivíduo é responsável pelas suas próprias condutas e, por conseguinte, pela sua felicidade.


 

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