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A Escola Nacional de Gestão Agropecuária (ENAGRO) completou 4 anos no último dia 19 de agosto mas, além de uma data para celebrar, o presidente do Anffa Sindical, Maurício Porto, aproveita para ressaltar que a instituição ainda não está como a idealizada durante anos pela categoria e fundada em 2015.

“A Enagro foi um dos pleitos dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (AFFAs) que vinha sendo trabalhado desde às gestões anteriores e foi criada em uma determinada estrutura, muito mais ampla do que a que temos hoje”, afirma Porto.
O presidente explica que a perda estrutural se deu após a publicação do decreto nº 8.785, pelo então presidente Temer, que reduziu significantemente os cargos por comissão.

“Houve uma perda substancial, não só em termos de estruturação, mas de atuação da Escola, e hoje o nosso objetivo é que a estrutura retorne à anterior”, ressalta o presidente do Anffa.

Criada por meio de uma demanda do Anffa Sindical, a Enagro atende, hoje, não apenas AFFAs, mas o conjunto de servidores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). De acordo com dados do Boletim Informativo da Enagro “Caiu na Rede”, nesses quatro anos de existência, foram capacitados 12.736 servidores, dos quais 3.536 possuíam função de gestores, totalizando quase 180 mil horas de capacitação abrangendo o corpo administrativo e técnico do MAPA espalhado pelo País. Houve capacitação em algumas áreas dos AFFAs, como de DDAs e dos auditores do Dipoa (incluindo os novos AFFAs admitidos no último concurso público, realizado em 2017).

Segundo Maurício Porto, o Sindicato tem apoiado as ações da Enagro, colaborando com a organização de treinamentos e fornecendo equipamentos que facilitem as atividades da escola.
 

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