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Sex, Ago

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O Sefia (Serviço de fiscalização de insumos agrícolas) do estado de São Paulo, vinculado à SFA (Superintendência Federal de Agricultura) local, realizou uma palestra, na terça-feira (14/6), com representantes de indústrias importadoras de agrotóxicos, para apresentar um novo procedimento para análise de importação desses produtos.

Atualmente, a sistemática consiste no trabalho de documentos físicos. Com a mudança, a análise de documentos, e posterior liberação dos pedidos, será feita por meio digital, via Vicomex, que é um Sistema de Visão Integrada.

O projeto é piloto e será implantado, por enquanto, apenas em São Paulo. Objetivo da proposta, segundo o FFA (Fiscal Federal Agropecuário) Taluí Espíndola Zanatta, é desburocratizar o trabalho. “Com a mudança, vamos tornar o processo mais eficiente, diminuir o tempo de análise e fazer com que haja mais economia também, uma vez que não haverá mais papel”, disse.

A ferramenta evita ainda o deslocamento da equipe da sede da SFA e permite a melhor distribuição de serviço entre os servidores.

O sistema digital passará a operar no mês de julho, concomitante com o processo físico. A partir do mês seguinte, a ferramenta já passa a ser utilizada em todas as operações do Sefia.

A reunião ocorreu na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e teve apoio da entidade. Participaram o chefe da Divisão de Defesa Agropecuária da SFA/SP, Esequiel Liuson, o chefe substituto, Sérgio Valadão de Miranda, e o FFA e Pedro Afonso Satori Ximenes.

Entenda mais - De acordo com o Artigo 3º da Lei nº 7.802/89, os agrotóxicos, seus componentes e afins, de acordo com definição do Art. 2º desta Lei, só poderão ser produzidos, exportados, importados, comercializados e utilizados, se previamente registrados em órgão federal, de acordo com as diretrizes e exigências dos órgãos federais responsáveis pelos setores da saúde, do meio ambiente e da agricultura. 

 

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