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“As exigências fitossanitárias são muitas e sem estar à frente do ministério, como estou agora, a gente não consegue entender o porquê disso tudo muito bem. É no comercio exterior onde o Brasil faz boa parte de seu PIB e da sua balança comercial. Exportar não é só produzir”

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Produtores de Piratini vinculados à Associação de Produtores de Base Ecológica (Aprobeco) receberam, nesta sexta-feira (10), na sede do assentamento Umbú, o certificado que permite a comercialização de seus produtos orgânicos diretamente ao consumidor. Com a certificação o grupo agora passa a ser uma Organização de Controle Social (OCS) e deve seguir uma linha de produção comprometida com a qualidade e isenta de produtos químicos.

A Aprobeco começou suas atividades no ano de 2009, através de uma feira, em que um grupo de produtores sentiu a necessidade do escoamento de comercialização de seus produtos. Já com consciência ecológica, estes agricultores começaram a realizar ações como feiras e outras estratégias de vendas para divulgar a importância da produção orgânica, além da geração de renda.

Esta é a 13º OCS no Estado, 13 agricultores de diferentes localidades de Piratini receberam do Fiscal Federal Agropecuário, José Cleber Dias de Souza, o certificado que identifica suas produções como orgânicas. A Emater/RS-Ascar colabora com esta produção auxiliando no acompanhamento técnico e social nas localidades.

O produtor orgânico recém certificado Eloir Nunes explica que além de funcionar como uma comprovação de qualidade, fazer parte de uma OCS aumenta as possibilidades de lucro. "Agora além da venda direta nós também vamos conseguir negociar com programas como o Pnae, por exemplo. E sendo uma produção certificada, é melhor de divulgar para outras pessoas a importância que um alimento de qualidade tem na nossa vida. Alimento orgânico é saúde, é viver bem", aponta o agricultor.

Produtos da OCS Aprobeco, como frutas, feijão e amendoim podem ser encontrados toda quarta-feira na feira da agricultura no centro de Piratini, além da venda diretamente com os produtores.

A certificação de produção orgânica vinculada a uma OCS acontece através do preenchimento de um formulário do Ministério da Agricultura em que o produtor demonstra seu interesse em certificar-se.

Fonte: Emater/RS

Reportagem destaca principais produtos da agropecuária e como eles aproximam o campo e a cidade

A importância da agropecuária para a economia brasileira foi um dos destaques da edição deste sábado (11/6) do Jornal Nacional. A reportagem lembra que o setor responde por 20% da geração de riquezas do Brasil e tem grande participação nas exportações nacionais.

Além disso, a matéria destaca como os produtos agropecuários deixam o campo e a cidade mais próximos, ao mostrar alimentos, roupas e outros itens consumidos em uma residência em São Paulo. Cique aqui para assistir.

Mais de 4000 bezerros vivos embarcaram no Porto de Imbituba para a Turquia, na noite desta quarta-feira (01/06). Essa é a primeira vez que Santa Catarina exporta animais vivos adquiridos de produtores catarinenses. Segundo o governo, a compra dos terneiros movimenta cerca R$ 6 milhões no Estado. As negociações ocorrem há nove anos entre um grupo de empresários italianos e o governo catarinense. Ao todo, são 4,3 mil terneiros das raças charolês e limousin, com idade entre seis e oito meses e peso de cerca de 200 quilos. Desse total, 4 mil vão embarcar em uma leva e os outros 300 em outra, segundo a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

 

Fonte: RIC TV Florianópolis

O principal ponto da greve é a lei que modifica progressões e promoção dos servidores

Os servidores da Associação dos Fiscais Agropecuárias do Estado do Piauí (AFAPI) juntamente com a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí (ADAPI) entregaram, na manhã desta segunda-feira (23/05), aos deputados estaduais do Piauí, a pauta de reivindicações da greve da categoria deflagrada na última sexta-feira (20/05).

A greve, que é por tempo indeterminado, pede alteração da Lei nº 6.772/2016, chamada de Lei do Enquadramento, que altera direitos trabalhistas dos servidores estaduais como: o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCs), progressões e mudanças de nível na carreira.

“A lei limita a quantidade de pessoas que podem migrar de uma classe para outra. Então para um servidor ser promovido é necessário que outro se aposente. Isso não está certo. O exigido legalmente é a especialização do servidor para que ele possa mudar sua classe. Por isso estamos solicitando a aprovação do Projeto de Lei n° 08/2016 que altera a lei vigente do PCCV dos servidores da ADAPI”, afirmou o presidente da AFAPI, Dário Magalhães Batista Filho.

Segundo Dário, a lei é o motivo principal da greve, mas existem outros pontos reivindicados pelos servidores. Um deles é a organização do Plano de Cargos e Salários (PCCs) da categoria, como aumento no vencimento e a incorporação das gratificações.

A outra demanda dos grevistas são as melhorias nas condições de trabalho. De acordo com Dário, as condições dos escritórios dos fiscais agropecuários são muito precárias.

“Tem lugares que o banheiro não funciona, não temos computadores e a internet está com problemas. É preciso que haja uma melhoria no ambiente de trabalho”, afirmou o presidente da AFAPI.

Fonte: 180graus.com

Crescimento se deve às novas tendências de consumo, como a bebida artesanal

Em 39 dias, o número de cervejarias registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) passou de 320 para 397. Os dados compreendem o período de 8 de abril até esta terça-feira (17). Esse crescimento se deve à abertura do mercado para novas tendências, principalmente as cervejas artesanais.

Atualmente são 5.254 produtos de cervejarias registrados no Mapa, distribuídos em cerca de 80 tipos diferentes de cerveja.

"Entre as artesanais, observamos uma grande variedade de produtos com certa concentração em cervejas de trigo e outras do tipo Ale", diz o fiscal agropecuário e mestre cervejeiro Carlos Müller. "Também existe uma nova tendência no mercado, que são as cervejas ácidas. Elas são mais azedas e, por isso, têm despertado o interesse do consumidor."

O Mapa concede o registro aos produtores, padronizadores, envasadores, importadores, exportadores e atacadistas. Além disso, o ministério é responsável pelo controle da qualidade das cervejas importadas e das produzidas em solo nacional.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil), somente em 2014 a produção de cervejas chegou a 1,4 bilhões de litros, e o setor empregou 2,2 milhões de pessoas.

Fonte: Mapa

O Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) desenvolve diversas ações preparatórias para garantir o controle sanitário e a vigilância agropecuária do Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

A biossegurança do Centro Olímpico de Hipismo e a saúde dos cavalos que disputarão as provas equestres estão asseguradas pelo Mapa, cujo trabalho recebeu reconhecimento internacional.

Segundo a Coordenadora do Vigiagro, Edilene Cambraia, o trabalho articulado do ministério teve início com a participação em diversos fóruns internos e externos, como a Força-tarefa Casa Civil do Palácio do Planalto; O Comitê Técnico de Operações Especiais; o Grupo Executivo GE Olimpíadas, do Ministério dos Esportes, e o Grupo de Trabalho Olimpíadas, da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa.

"Adequamos a nossa equipe já existente, reforçando o número de Fiscais Federais Agropecuários para atuarem nas frentes de ação no Aeroporto do Galeão e Guarulhos. O objetivo é ganharmos celeridade e eficiência na fiscalização das cargas, bagagens, animais atletas e cães guias, dos passageiros, das comissões técnicas, suas delegações e autoridades que ingressarão no Brasil em função dos jogos", explica.

Também foram elaboradas normas específicas para garantir o controle sanitário dos cavalos atletas, dos cães-guia e produtos de origem vegetal e animal, tais como os alimentos importados destinados aos atletas e delegações. Todos esses itens estão sujeitos ao controle do Sistema VIGIAGRO, a fim de evitar entrada de pragas e doenças no país.

Além disso, os Serviços de Defesa Animal e a Fiscalização de Insumos Pecuários na Superintendência Federal de Agricultura do Rio de Janeiro também estão sendo demandados em diversas reuniões e na abertura de frentes de trabalho, como no Complexo de Deodoro (onde ocorrerão as provas hípicas), na Vila Olímpica e no aeroporto Galeão.

Fonte: Assessoria de Comunicação do MAPA

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